Simbologia da logo da Wittenberg

 

 

(Para ampliar a imagem, tendo uma melhor resolução da mesma, clique sobre a logo acima)

 

Simbologia

 

1ª – “Leão”: a figura imponente do Leão da Tribo de Judá, vencedor que tem poder para abrir o livro e seus sete selos (Ap 5.5);

 

2ª – “Alpha”: Jesus é o “primeiro”, antes dos tempos eternos, apontando a ele como o criador de todas as coisas (Ap 1.8);

 

3ª – “Oméga”: Ele é o fim de todas as coisas, apontando para ele como o consumador da história, o criador do “novo céu e nova terra”;

 

4ª – “Espada”: remete-me aos textos de Apocalipse 1.16 e 19.15, onde simboliza a Palavra de Cristo, sendo ele mesmo a Palavra ("logos") que julgará as nações (o formato da espada está em forma de cruz);

 

5ª – “Sete estrelas”: aponta para as sete igrejas representadas no Apocalipse que são destinatárias das cartas de Jesus, demonstrando não apenas sua supervisão como também sua consequente avaliação quanto a saúde espiritual das mesmas;

 

6ª – “W” vermelho: A cor do sangue do Cordeiro derramado em substituição à penalidade sobre nós imposta, apontando para nossa dependência da “Sola Gratia” que nos é outorgada unicamente pelos méritos do sacrifício de Jesus na cruz do Calvário;

 

7ª – “Asas em formato grunge”: As da esquerda, que estão corrompidas, significam o velho homem, o início adâmico, a necessidade de antigas alianças, a Lei. A da direita, renovada, simboliza o renovo, o último Adão (Cristo), o destruir da ignorância, a nova e definitiva aliança, a Graça;

 

8ª – “Coroa”: relaciona-se com o ofício real de Cristo. Ele é o Rei dos reis (Ap 19.16), o Senhor Todo-Poderoso, o Soberano;

 

9ª – “Escudo”: Aponta para um dos lemas da Reforma Protestante, “Sola Fide”, relembrando que, apesar da Wittenberg ser uma instituição de ensino acadêmico, o “Sola Scriptura” tão amado, estudado e analisado não pode suplantar o fundamento da fé, escudo que jamais pode ser dispensado pelo cristão, por maior conhecimento bíblico e teológico que detenha;

 

10ª – “A iluminação da coroa”, que possui o lado esquerdo apagado, apenas com pequena luminosidade, enquanto que em seu lado direito recebe toda luz, sendo por seu brilho plenamente preenchido;

 

11ª – “Brasão” que dá forma ao escudo: aponta para o fato de que, em Cristo, passamos a fazer parte de uma família, adquirindo uma personalidade cujas características refletem a mente daquele que nos redimiu ao entregar sua vida em sacrifício por nós;

 

12ª – A escuridão que envolve a imagem simboliza as trevas exteriores, apontando para o lema da Reforma Genebrina (“Post Tene, Lux”).

 

 

 

 

Crie um site com

  • Totalmente GRÁTIS
  • Design profissional
  • Criação super fácil

Este site foi criado com Webnode. Crie o seu de graça agora!